Free songs
Página inicial / Geral / Após três anos, obra em terminal de aeroporto é entregue em Rio Branco

Após três anos, obra em terminal de aeroporto é entregue em Rio Branco

aeroportoApós três anos do início da obra de reforma e ampliação do aeroporto de Rio Branco, Plácido de Castro, parte dela foi concluída e entregue nesta quinta-feira (15). A informação foi confirmada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Segundo o órgão, entre as melhorias, está a totalidade das salas de desembarque, que foi ampliada de 352,6 m² para 1.396 m² e duas novas esteiras de restituição de bagagem.

A obra, que teve início em 2013, tinha previsão de ser concluída em junho deste ano. Mas, segundo a Infraero, o novo prazo é até o primeiro semestre de 2017, para que seja concluída a reforma do terminal antigo, incluindo as novas áreas de embarque e um segundo elevador. O investimento total é de R$ 42 milhões.

Além das salas de desembarque, a Infraero entregou, nesta quinta, parte da reforma do terminal existente. Após os reparos, o local tem um forro em madeira que tem o objetivo de “remeter à identidade regional”.

Um elevador, quatro lojas para locadoras de veículos e salas para orgão públicos, como Anvisa, Vigiagro, Receita Federal, Secretaria de Turismo, Polícia Federal e Tribunal de Justiça, também foram entregues.

Com relação à possibilidade de voos internacionais, a empresa informou que a partir da obra entregue, o local tem infraestrutura para atender uma possível demanda de voos internacionais. “Contudo, é importante destacar que a homologação do terminal para voos internacionais depende de outros órgãos, como Receita Federal e Polícia Federal”, afirmou a Infraero.

MP-AC investiga obras de aeroporto
O Ministério Público do Acre (MP-AC) chegou a instaurar um procedimento para investigar as obras de reforma e ampliação do aeroporto. A portaria, na época, foi assinada pela promotora Rita de Cássia Lima, da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo.

A investigação tinha como foco verificar se as obras estavam correndo em regularidade e conformidade com “as normas de acessibilidade e prevenção contra incêndio e pânico”. Para embasar a necessidade do procedimento, a promotora utilizou a Lei 13.146/2015, de inclusão da pessoa com deficiência, que assegura, em condições de igualdade, “o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais” visando à inclusão social e cidadania.

Fonte: G1

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicadoCampos requeridos são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Ir para o topo